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As etapas da instalação de gás GLP residencial

Em condomínios e até mesmo algumas residências comuns, muitas pessoas já vêm encontrando uma alternativa ao botijão de gás de 13 quilos: as tubulações. Embora trate-se de um sistema que já existe há tempos, ele vem ganhando força nos últimos anos. Hoje em dia, podemos dizer que a instalação de gás GLP residencial é acessível a (quase) todos.

Embora, em um primeiro momento, possa parecer um processo complexo e demorado, há profissionais no mercado que podem ajudá-lo. O seu condomínio só precisa de um projeto para elaboração do sistema, que inclui a central onde o gás fica armazenado e as tubulações para onde ele flui para as residências.

Quer entender melhor como funciona a instalação de gás GLP residencial? Acompanhe nosso artigo abaixo.

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O que é o GLP?                                         

O GLP (gás liquefeito de petróleo) é composto por gases propano e butano e hidrocarbonetos. Trata-se de um fluído utilizado como combustível para fogões e aquecedores residenciais, bem como para certos veículos. Produz-se o GLP em refinarias e o processo costuma ser mais simples e barato do que a produção do gás natural, por exemplo.

Aliás, em residências comuns é mais fácil encontrar tubulações de gás natural nas ruas. Já um condomínio, por exemplo, pode construir uma central de gás GLP e adquirir os cilindros onde ele fica armazenado. Aliás, o GLP é o gás mais usado em condomínios. A partir dessa central, realiza-se o planejamento das tubulações, por onde ele chegará a cada apartamento ou residência.

Quais os componentes do sistema de gás GLP?

Um sistema de gás GLP residencial precisa de uma instalação com responsabilidade e segurança. É importantíssimo que haja um planejamento e que ele conte com todas as partes necessárias para o correto funcionamento. As principais partes do sistema são:

  • Central de GLP – É o local onde ficam armazenados os cilindros que contêm o gás. Deve seguir às normas de segurança necessárias a respeito de sua localização e demais cuidados;
  • Tubos de cobre, multicamada ou aço galvanizado – O gás flui através de uma tubulação de cobre sem costura, multicamada ou aço, que também deve seguir a alguns cuidados ao passar por locais subterrâneos ou confinados, por exemplo;
  • Medidores – Em sistemas individualizados, cada residência conta com um medidor que marca o consumo de gás. Em sistemas coletivos, o medidor é único para um edifício inteiro (ou mesmo para todo o condomínio) e o valor é dividido igualmente entre os usuários.

É claro que estamos falando do sistema de forma simplificada, já que ele conta com cotovelos, extensores e outros componentes, que variam de acordo com o tamanho da tubulação e o caminho que ela percorre para chegar aos usuários.

Quais cuidados devemos tomar na instalação do sistema?

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Toda instalação de um sistema de gases deve vir em seguida de um projeto bem elaborado. Dessa forma, é preciso calcular com antecedência as dimensões dos tubos e conexões e cada etapa deve seguir rigorosamente às normas técnicas que regem a categoria.

Lembre-se de que estamos falando de um combustível, o que já pressupõe alguns cuidados em seu manuseio. O gás GLP, quando acumulado em ambientes fechados, “expulsa” o gás respirável. Por ser, muitas vezes, inodoro, tal evento pode causar asfixia, sem que o indivíduo sequer perceba que está inalando o fluído.

O cheiro de gás deve ser sempre um alerta sobre vazamentos, mas nem sempre ele está presente. Sendo assim, o ideal é que a entrada do gás na residência não fique em locais totalmente fechados e que se observe e avalie devidamente quaisquer discrepâncias no consumo (quando não houve alteração de hábitos).

Além da asfixia, ainda há o risco de explosões. Quando o gás está acumulado em um ambiente, basta que você acenda um interruptor para que o acidente ocorra. É por isso que o sistema precisa de profissionais competentes para instalação e deve passar pelas manutenções periódicas indicadas. Isso sem contar que é fundamental saber o que fazer de imediato e ter a quem recorrer caso haja suspeita de vazamento.

Quais os passos necessários para a instalação de gás GLP residencial?

, se você está pensando em instalar o gás GLP em seu condomínio, considere que será necessário seguir alguns passos.

  • Contato inicial – Não é qualquer pessoa que pode fazer a instalação do sistema. A construtora que realizou o projeto do condomínio, por exemplo, não tem a capacitação necessária para instalar o sistema de gás. Portanto, você precisa procurar por uma empresa de engenharia especializada e informar-se sobre o serviço;
  • Visita técnica – Normalmente, após o primeiro contato, caso você se interesse pelo trabalho, é só agendar uma visita técnica. Nessa ocasião, o responsável irá até você para conversar e avaliar as suas reais necessidades;
  • Orçamento – Com base no que discutiram em visita, a empresa lhe enviará um orçamento;
  • Projeto – Após aprovação do orçamento, o primeiro passo é a elaboração de um projeto, onde devem constar todos os materiais necessários, as dimensões e o caminho que a tubulação vai percorrer até cada residência;
  • Instalação – A instalação deve ser fiel ao projeto. Trata-se de uma garantia de segurança e de um facilitador, caso alguma alteração seja necessária mais tarde;
  • Teste – Antes de começar a utilizar o sistema, você precisa fazer um teste com ar comprimido. Aumenta-se a pressão e observa-se. Se o sistema despressurizar, é necessário averiguar a existência de vazamento;
  • Liberação – Uma vez aprovado no teste, o uso do sistema pode iniciar imediatamente;
  • Manutenções – Realizar as manutenções periódicas, de acordo com determinação de autoridade competente e da empresa que acompanha você, é medida fundamental de segurança, ainda que aparentemente esteja tudo bem;
  • Assistência técnica – Vale lembrar que as manutenções reduzem o risco de problemas, mas não isentam você totalmente. Portanto, é bom ter com quem contar caso haja alguma suspeita de vazamento.

Quais as normas para instalação do sistema de GLP residencial?

A ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) estabelece critérios para a instalação do sistema de GLP. Trata-se de requisitos estabelecidos por lei, e que devemos respeitar ao realizar esse tipo de serviço. A norma principal para o sistema de GLP é a NBR 13523, que versa sobre todas as etapas da instalação.

Assim, ela abrange desde o projeto, até a montagem, sem se esquecer das premissas de segurança necessárias. Vigente desde 1995, sua última versão foi atualizada em 2019, de modo a acompanhar também as evoluções desse mercado.

Entretanto, essa não é a única lei a ser observada. O manuseio do GLP também é citado em outras normas, como a NBR 15514, mais focada no armazenamento dos cilindros de GLP, mesmo que durante transporte. Há ainda a NT 28/2014, exclusiva sobre a manipulação, a utilização e a central de GLP.

Quais os principais requisitos legais que podemos citar?

Pensando de maneira resumida nas normas ABNT e Corpo de Bombeiros, podemos citar algumas premissas básicas principais:

  • A ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) é um documento importante para comprovar que o projeto e instalação do sistema foi, de fato, elaborado por um profissional devidamente habilitado;
  • Além da instalação, as manutenções e reparos também devem ocorrer sob a responsabilidade desse profissional;
  • Na planta do projeto, é obrigatório constar a central de GLP. Ela precisa estar na parte externa do empreendimento e jamais deve ficar em local confinado;
  • O sistema precisa funcionar de maneira ininterrupta. Isso significa que é preciso planejar mecanismos para substituir cilindros, sem que isso paralise o funcionamento do sistema;
  • O teste de estanqueidade é etapa fundamental antes de colocar o sistema em uso. A mesma equipe que faz a instalação o realiza e emite um laudo técnico, que comprova que não há vazamentos. É necessário repetir o teste também nas manutenções periódicas e sempre que houver algum indício de vazamento.

Quem pode fazer a instalação de gás GLP residencial?

Para realizar todos esses serviços, você deve contratar uma empresa especializada em engenharia. Se conseguir alguém que faça todas as etapas, a segurança será ainda maior. Entretanto, o fato de já ter um projeto pronto, ou mesmo um sistema instalado não são impedimentos para encontrar profissionais competentes para a instalação e/ou manutenções.

O ideal é que a empresa tenha um registro no CREA (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia) da sua região e conte com ao menos um engenheiro responsável em seu quadro de funcionários. Não se esqueça de levar em conta também a experiência da empresa no mercado e o seu histórico.

Em síntese, buscar profissionais qualificados, experientes e responsáveis é garantia de sucesso e segurança no seu projeto. Estamos falando de um combustível que, quando canalizado, permite maior conforto, já que o abastecimento é contínuo. Entretanto, os cuidados necessários jamais devem ser negligenciados.

A Engethink é um exemplo claro em Minas Gerais da empresa ideal para realizar esse trabalho. Além de contar com ótimos profissionais e prezar pela segurança e satisfação do cliente, ela pode realizar todas essas etapas que mencionamos, ou seja, você contará com boa assistência do início ao fim do processo e ao longo de toda a vida útil do seu sistema.

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