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Instalação de dióxido de carbono e suas particularidades

Todos nós ouvimos falar sobre o gás carbônico pela primeira vez em nossas aulas de ciências na escola. Nessa ocasião, pouco aprendemos sobre o fluído: talvez a única referência que temos é que ele é liberado pelo nosso organismo durante a respiração, em contrapartida à ingestão do oxigênio, tão importante para a vida. Quando você estiver precisando de uma instalação de dióxido de carbono, é do gás carbônico que estamos falando.

Sim, ambos os nomes referem-se ao mesmo gás, e ele não é somente o que resta após a respiração. O dióxido de carbono é um fluído importantíssimo em alguns processos industriais e também no uso hospitalar. E a sua instalação deve seguir a alguns cuidados para evitar que trabalhadores e pacientes se coloquem em risco.

A instalação de dióxido de carbono, popularmente conhecido como gás carbônico é importante para diversos processos industriais e até mesmo para a área da saúde. Provavelmente você tenha crescido ouvindo, nas aulas de ciências, que o nosso organismo inala oxigênio e libera gás carbônico. Trata-se de um processo natural que nos mantém vivos e respirando.

Só por esse raciocínio, conseguimos entender o quanto ele é importante. Também, a atmosfera possui suas reservas naturais do gás, que deve estar em equilíbrio em nosso planeta. O que ocorre é que, a partir da combustão, uma quantidade muito maior pode se liberar. Isso pode acabar causando as mudanças climáticas que temos visto nos últimos tempos.

Mas, e quanto ao uso do dióxido de carbono na indústria e na saúde? É disso que vamos tratar neste artigo. Venha conosco!

dióxido de carbono para hospital

Afinal, o que é o dióxido de carbono?

instalação de dióxido de carbono

A princípio, o dióxido de carbono é um gás incolor, mais pesado que o ar e que exala um odor característico. Foi na Escócia, em 1754 que o descobriram e, além da liberação pela respiração, também se obtém o componente por processos de combustão e pela fermentação de certos líquidos.

Dessa forma, além de ser um componente químico importante para a nossa respiração e até mesmo para a fotossíntese das plantas, ele se destaca pela sua aplicação, especialmente na área da saúde. Trata-se de um dos gases medicinais mais utilizados, que faz parte da régua de gases, instalada em hospitais, clínicas de tratamento e centros cirúrgicos.

Afinal, como é possível obter o dióxido de carbono?

O gás carbônico que se utiliza em hospitais e indústrias não é exatamente o que liberamos a partir da respiração: é possível buscar outras fontes para obtê-lo. Normalmente, os processos mais utilizados são a fermentação de certos líquidos e a combustão. O gás obtido é armazenado em cilindros específicos para ser aplicado à indústria ou à medicina.

O que diferencia a aplicação industrial da medicinal é a pureza do gás. Para uso em pacientes, é preciso que ele passe por certos processos, a fim de tornar-se livre de contaminações, garantindo assim a segurança e integridade do paciente. É por isso que é importante obtê-lo de fontes seguras e contar sempre com orientação profissional.

Onde é necessária a instalação de dióxido de carbono?

Em indústrias que realizam processos de pintura ou utilizam fornos elétricos, geradores e transformadores, pode ser necessário o uso do gás. Nesse caso, ele é aplicado em uma forma relativamente primitiva: basta realizar processos para extraí-lo e armazená-lo para uso posterior.

Já na medicina, ele representa um dos componentes da régua de gases medicinais. Mas isso não significa que não tenha propriedades únicas que o diferenciem dos demais gases empregados. Além de puro, é importante que o gás se torne também não inflamável e inodoro (em sua forma natural, ele exala um odor característico). Assim, a instalação se dá em indústrias, hospitais, clínicas ou outros estabelecimentos de saúde.

Nesses últimos, o dióxido de carbono é empregado em alguns tipos de cirurgia, como a videolaparoscopia. Como essa modalidade consiste em pequenos “furos” no abdômen do paciente, todo o processo é guiado por vídeo. Para tornar essa visualização, bem como o procedimento possível, a equipe insufla o gás na cavidade abdominal do paciente.

Durante o processo, o médico insufla o gás no abdômen do paciente, de modo que tenha espaço para realizar o procedimento necessário. Trata-se do mais seguro dos componentes para o processo, uma vez que o organismo pode absorvê-lo facilmente e não apresenta risco de reações inflamáveis, quando em contato com dispositivos eletrocirurgicos.

Além disso, também se aplica em processos estéticos, como carboxiterapia, na qual se coloca o componente sob a pele para melhorar a oxigenação dos tecidos e também no tratamento a laser CO2 fracionado, capaz de atenuar rugas, estrias, cicatrizes e outras manchas da pele. Em todas essas aplicações, é necessário instalar uma tubulação para que ele flua até o local indicado.

Estamos falando de um processo altamente seguro, já que o componente pode ser absorvido pelo organismo. Além disso, após passar pelo processo que o torna não inflamável, não há riscos de acidentes se o mesmo entrar em contato com os aparelhos eletrocirúrgicos. Na estética, destaca-se o uso para carboxiterapia, que proporciona ao paciente uma pele mais jovem.

Por que escolher o tal fluído para esses processos?

O dióxido de carbono é o componente mais indicado para as aplicações que citamos acima por algumas razões:

  • Por ser o gás resultante da nossa respiração, trata-se de um componente com o qual o organismo humano já está acostumado. Assim, as chances de rejeição ou complicações são remotas;
  • O gás não é inflamável, o que torna o contato com aparelhos cirúrgicos seguro, eliminando riscos de choques ou queimaduras, tanto no paciente quanto na equipe médica;
  • Como vantagem, o dióxido de carbono ainda tem efeito bacteriostático, o que significa que ele ajuda a combater bactérias;

Dessa forma, é possível realizar essa modalidade de cirurgias com total eficiência e segurança. Há discussões até mesmo da ampliação do seu uso como alternativa a certos antibióticos e durante o processo de cicatrização de cirurgias abertas.

Como funciona a instalação do dióxido de carbono?

O dióxido de carbono se dispõe em cilindros específicos. Se considerarmos seu uso na medicina, tais cilindros ficam em uma central de gases medicinais, construída em local específico, que segue a algumas normas de segurança pré-estabelecidas.

De lá, segue-se uma tubulação que leva até as dependências onde utiliza-se os gases nos pacientes. Dessa forma, ele chega até a régua de gases medicinais, de onde flui por mangueiras e dispositivos específicos até a aplicação final. É claro que estamos falando de forma simplificada, já que há válvulas, tanques e muitas outras peças menores, mas não menos importantes.

Antes de existir no físico, esse sistema é criado no papel, em forma de um projeto desenvolvido após uma análise personalizada. Além disso, antes de começar a usar o sistema, ele passa por testes. Afinal, a segurança de um sistema que vai envolver a vida de pacientes deve ser comprovada.

Manutenções periódicas, de acordo com o que for determinado por autoridade responsável em sua região, ou mesmo pela empresa que realizou o serviço também entram no rol. Por fim, uma assistência técnica, para a qual você possa recorrer em caso de suspeita de problemas é fundamental para aumentar ainda mais a segurança. Afinal, os cuidados e manutenções reduzem bem a ocorrência de problemas, mas não os eliminam por completo. Sempre há um risco.

Quais as normas para instalação de dióxido de carbono?

Primeiramente, a instalação de dióxido de carbono é regida pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) 12232. Ela engloba o projeto, a instalação e a manutenção dos sistemas que envolvem esse componente, especialmente quando necessário lidar com transformadores e reatores. Ela se complementa pela NBR 12639 (que versa sobre os cilindros para armazenamento do gás). Também, há a NBR 6493 (cores para tubulações industriais) e NBR 7195 (cores na segurança do trabalho).

Dessa forma, quando pensamos especificamente no dióxido de carbono medicinal, podemos citar a NBR 12188, que versa sobre os gases medicinais, de modo geral. Nela, há a descrição todos os componentes do sistema, os materiais que se pode utilizar em sua instalação e o sistema de alarme e monitoramento necessário para segurança de colaboradores e pacientes.

Como funciona o sistema de dióxido de carbono?

Em um estabelecimento voltado para a saúde, o dióxido de carbono fica armazenado em um cilindro especifico, alocado em uma central de gases, juntamente com outros componentes, cada qual identificado por cores e etiquetas diferentes. A partir daí, o componente flui por uma tubulação específica, até chegar à régua de gases, que é de onde se aplicará ao paciente.

Dessa forma, na medicina, normalmente o gás é representado pelas cores cinza, verde e bordô. Ele sai da régua, por um local identificado e passa por mangueiras específicas até chegar ao paciente. O sistema necessita de um projeto que precede a instalação, e essa última deve ser fiel ao descrito no documento. Também, há testes que você precisa fazer antes de começar a usar o sistema e as manutenções periódicas, que jamais se pode negligenciar, ainda que tudo pareça funcionar bem.

Além disso, qualquer problema aparente no sistema deve ser imediatamente comunicado à empresa responsável pelas manutenções. Lembre-se de que estamos lidando com vidas e é responsabilidade da clínica ou hospital zelar pela saúde, segurança e integridade de todos.

Quem pode instalar o dióxido de carbono?

Normalmente, todas essas etapas podem se realizar por empresa de engenharia especializada. O profissional responsável por assinar o projeto e supervisionar o serviço é o engenheiro. É por isso que você deve escolher uma empresa com registro no CREA (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia) da sua região e que conte com ao menos um engenheiro responsável em seu quadro de funcionários.

De preferência, escolha uma empresa que ofereça todas essas etapas. Não há problemas em contratar alguém novo para a instalação caso você já tenha um projeto, ou fechar somente as manutenções, caso você já tenha o sistema. Mas seguir do início ao fim com os mesmos profissionais é mais uma garantia de qualidade.

Se você deseja implantar um sistema inteiro de gases medicinais, ou mesmo acrescentar o dióxido de carbono a um sistema já existente, é importante contratar um serviço especializado. Isso porque somente o profissional de engenharia pode avaliar a sua construção e realizar o projeto de modo que a central de gases fique em local seguro e que os componentes fluam livremente até os usuários.

Além disso, a contratação de profissionais garante que a documentação do sistema estará em dia. Como dissemos, ele precisa seguir a algumas normas e especificações técnicas. Um responsável precisa assinar o projeto e responder por essa parte mais burocrática, ainda que quem gere o estabelecimento seja responsável por contratá-lo e manter as manutenções em dia.

Qual empresa devo contratar?

Primeiramente, ao procurar por uma empresa especializada, você deve observar se a mesma tem registro no CREA (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia) da sua cidade. Também, deve haver, no quadro de funcionários, pelo menos um engenheiro formado. Também vale levar em conta a experiência da empresa no mercado e seus cases de sucesso.

A instalação de dióxido de carbono é, antes de mais nada, uma grande responsabilidade, especialmente quando se aplica à medicina. Em síntese, falhas no sistema, decorrentes de uma má instalação, podem fazer com que você coloque várias pessoas em risco. Lembre-se de que estamos falando de um gás, cuja inalação pode ser tóxica e, cuja contaminação para uso na medicina pode resultar em infecções graves e sequelas irreversíveis para os pacientes.

E você? Tem alguma dúvida sobre a instalação de dióxido de carbono? Deixe seu comentário abaixo que responderemos o mais breve possível.

dióxido de carbono para clínicas

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