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Central de oxigênio medicinal – Como funciona?

A central de oxigênio medicinal nada mais é que o local onde ficam armazenados os cilindros de oxigênio empregados na unidade de tratamento. Trata-se de uma parte importantíssima do sistema de gases medicinais, especialmente quando falamos de um componente tão importante, do qual depende a respiração de muitas pessoas em recuperação de saúde.

Sim, o oxigênio é o principal componente da régua de gases medicinais, já que é amplamente aplicado na medicina. Sua função é suprir a necessidade de respiração do paciente por meio do fornecimento de uma quantidade pura e ampliada do gás. No ar natural que respiramos, há outros componentes misturados. Por essa razão, quando alguém está com dificuldades respiratórias, se aplica o oxigênio puro.

Quer entender como funciona a central de oxigênio medicinal? Acompanhe a leitura abaixo do nosso artigo especial sobre o assunto.

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Como se obtém o oxigênio medicinal?

Como dissemos, o ar atmosférico que respiramos é composto por oxigênio, juntamente com outros gases. Para aplicá-lo na medicina, é necessário separá-lo dos demais componentes. Isso acontece por meio de um processo de destilação fracionada, que funciona a partir do resfriamento do ar e do aquecimento gradativo, observando-se o ponto de ebulição de cada componente.

É importante lembrar ainda que, por ser aplicado diretamente ao paciente, trata-se de um gás puro. Isso significa que durante o processo de separação das demais substâncias, ainda acontece a filtragem do ar, de modo a eliminar quaisquer resíduos de poeira ou resquícios de contaminação. É aí também que o oxigênio medicinal difere do industrial, que não demanda tantos cuidados.

Os diferentes tipos de centrais de oxigênio medicinal disponíveis no mercado

Existem vários tipos de centrais de oxigênio medicinal disponíveis no mercado, cada um com diferentes capacidades, custos, requisitos de manutenção e eficiência. A seguir, discutiremos os três tipos mais comuns de centrais de oxigênio medicinal: cilindros transportáveis, central de tanque criogênico e usina de oxigênio.

Central de oxigênio medicinal
  1. Cilindros transportáveis: Os cilindros de oxigênio portáteis que armazenam o oxigênio em estado comprimido e são usados para fornecer oxigênio a pacientes em ambientes externos ou em unidades de cuidados médicos de pequeno porte. Eles são fáceis de usar e de transportar, e podem ser recarregados em uma central de oxigênio maior. Porém, o uso de cilindros de oxigênio é limitado pela sua capacidade, que geralmente é de alguns litros, o que exige trocas frequentes.
  2. Central de tanque criogênico: Uma central de tanque criogênico armazena oxigênio em estado líquido e é usada para fornecer oxigênio a hospitais e centros de cuidados médicos de médio a grande porte. Esses sistemas têm alta capacidade de armazenamento e são mais eficientes em termos de espaço. No entanto, o custo de instalação e manutenção é geralmente mais elevado.
  3. Usina de oxigênio: Uma usina de oxigênio é um sistema que produz oxigênio a partir do ar ambiente, utilizando um processo de separação de gases. Elas são usadas em hospitais e centros de cuidados médicos de grande porte, e são altamente eficientes e capazes de produzir grandes quantidades de oxigênio. As usinas de oxigênio podem ser mais caras para instalar, mas podem oferecer economias a longo prazo em comparação com o uso de cilindros de oxigênio ou centrais de tanque criogênico.

Em termos de eficiência, capacidade e custo, cada tipo de central de oxigênio medicinal tem suas vantagens e desvantagens. A escolha do sistema mais adequado dependerá das necessidades específicas de cada instituição de saúde, levando em consideração a demanda de oxigênio, a disponibilidade de espaço, o orçamento disponível e outros fatores relevantes.

Os critérios que devem ser considerados ao escolher uma central de oxigênio medicinal

Ao escolher uma central de oxigênio medicinal, existem diversos critérios que devem ser considerados. Aqui estão alguns dos mais importantes:

  1. Capacidade: A capacidade de uma central de oxigênio medicinal é um dos fatores mais importantes a serem considerados. A quantidade de oxigênio necessária dependerá da demanda do hospital ou clínica (vazão dimensionada de acordo com a NBR 12188), que pode variar amplamente de acordo com o tamanho da instituição, a especialidade médica e a gravidade dos casos tratados. É importante escolher uma central que tenha capacidade suficiente para atender à demanda de oxigênio.
  2. Segurança: A segurança é outra consideração importante na escolha de uma central de oxigênio medicinal. A central deve ser segura e confiável, evitando vazamentos de oxigênio e minimizando riscos para os pacientes e profissionais de saúde. Também é importante escolher uma central que tenha recursos de segurança, como alarmes e sensores, para detectar vazamentos ou outros problemas.
  3. Facilidade de operação: A facilidade de operação é um fator importante a ser considerado, especialmente quando se trata de pessoal de saúde que pode não ter experiência com centrais de oxigênio. É importante escolher uma central que seja fácil de operar e de manter, com instruções claras e um treinamento adequado.
  4. Disponibilidade de peças sobressalentes: A disponibilidade de peças sobressalentes é outra consideração importante na escolha de uma central de oxigênio medicinal. É importante escolher uma central que tenha fácil acesso a peças sobressalentes, de modo que possam ser substituídas rapidamente em caso de falha.
  5. Conformidade regulatória: A conformidade regulatória é importante para garantir que a central de oxigênio escolhida atenda aos padrões de segurança e qualidade necessários. É importante verificar se a central é certificada pelas agências reguladoras competentes e se cumpre com todas as normas aplicáveis.
  6. Custo: O custo é um fator importante a ser considerado, mas não deve ser o único. É importante equilibrar o custo com a capacidade, segurança, facilidade de operação e conformidade regulatória. A escolha de uma central de oxigênio medicinal com base apenas no preço pode levar a problemas de segurança e qualidade a longo prazo.

Ao considerar esses critérios, as instituições de saúde podem escolher a central de oxigênio medicinal mais adequada para suas necessidades, garantindo a disponibilidade de oxigênio para seus pacientes de maneira segura e eficiente.

outros componentes, como tanques, válvulas e diversos mecanismos. É importante contar com tecnologia e inovação na hora de instalar a sua central, e é por isso que o serviço profissional é de suma importância.

Os desafios associados à instalação e manutenção de centrais de oxigênio medicinal

A instalação e manutenção de centrais de oxigênio medicinal podem ser desafiadoras e requerem cuidados especiais para garantir a segurança dos pacientes e profissionais de saúde. Aqui estão alguns dos principais desafios associados à instalação e manutenção de centrais de oxigênio medicinal:

  1. Requisitos de espaço: As centrais de oxigênio medicinal geralmente exigem bastante espaço, especialmente as centrais de tanque criogênico e usinas de oxigênio. É importante garantir que o espaço disponível seja adequado para a instalação da central e que a estrutura do edifício seja forte o suficiente para suportar o peso da central. É preciso verificar o afastamento de outras centrais como GLP
  2. Energia elétrica: As centrais de oxigênio medicinal exigem uma fonte confiável de energia elétrica para operar. É importante ter um sistema de backup para evitar interrupções no fornecimento de oxigênio, especialmente em áreas propensas a quedas de energia.
  3. Ar comprimido: Algumas centrais de oxigênio medicinal requerem ar comprimido para operar. É importante garantir que o sistema de ar comprimido seja projetado e instalado corretamente e que seja mantido em boas condições de funcionamento.
  4. Precauções de segurança: As centrais de oxigênio medicinal podem representar riscos para os pacientes e profissionais de saúde se não forem instaladas e mantidas adequadamente. É importante seguir as precauções de segurança recomendadas pelos fabricantes e reguladores, incluindo a instalação de alarmes e sensores para detectar vazamentos de oxigênio e a manutenção regular da central.
  5. Manutenção: As centrais de oxigênio medicinal requerem manutenção regular para garantir que operem de maneira segura e eficiente. É importante seguir as instruções do fabricante em relação à manutenção e troca de peças sobressalentes, além de ter uma equipe treinada e capacitada para realizar a manutenção.

Em resumo, a instalação e manutenção de centrais de oxigênio medicinal requerem cuidados especiais e atenção aos detalhes para garantir a segurança e a disponibilidade de oxigênio para os pacientes. É importante seguir as instruções do fabricante e reguladores, e ter uma equipe treinada e capacitada para realizar a instalação e manutenção da central.

O que mais preciso saber sobre a central de oxigênio medicinal?

Uma central de oxigênio bem planejada e construída faz parte de uma boa gestão de gases medicinais, que é importantíssima para a manutenção da saúde e segurança de pacientes e colaboradores. Ela pode operar apenas com o oxigênio ou com uma variedade de gases necessários para os processos desempenhados no estabelecimento.

Os materiais precisam ser resistentes e certificados para garantir a durabilidade do sistema. Ainda assim, as manutenções preventivas são necessárias. Elas devem seguir a periodicidade recomendada por autoridade responsável de sua região, ou pela empresa instaladora. Além disso, qualquer suspeita de problema demanda uma visita técnica para esclarecimento.

Como instalar a central?

Não basta falar com o construtor responsável pela sua obra para incluir a central de oxigênio no empreendimento. A central deve ser planejada por um engenheiro, que é o profissional mais capacitado para garantir o cumprimento das normas técnicas inerentes ao serviço e também para lhe dar dicas e orientações quanto à montagem e uso do sistema.

Portanto, o primeiro passo para instalar a sua central é entrar em contato com uma empresa de engenharia especializada, que fará uma visita técnica onde serão alinhados os detalhes do que você precisa. Em seguida, você terá acesso ao orçamento que, uma vez aprovado, resultará em um projeto (sim, não basta construir a central: é necessário um documento, assinado pelo engenheiro responsável, onde constam todos os detalhes importantes).

A instalação deve ser fiel a esse documento. Além disso, o sistema precisa passar por um teste antes de começar a funcionar. Uma empresa que oferece serviços completos realiza todas essas etapas e ainda oferece as manutenções periódicas e o serviço de assistência técnica. Assim, você tem a quem recorrer caso haja suspeita de algum problema.

Como escolher a empresa para proceder com a instalação?

Não basta escolher qualquer empresa: é necessário ficar atento a alguns detalhes, que farão toda a diferença nos resultados do serviço contratado. Um dos pontos principais é o registro no CREA (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia) da região em que se localiza. Outro fator importante é a presença do engenheiro.

Pode soar estranho, mas nem toda empresa registrada conta realmente com um engenheiro responsável em seu quadro de funcionários. A experiência no mercado, bem como a disponibilidade de um currículo dos profissionais envolvidos também são questões que você deve considerar.

Por fim, pesquise bem sobre a empresa antes de contratar. Verifique sites de reclamações e, se necessário, entre em contato com pessoas que já contrataram seus serviços. Assim, você garante segurança e eficiência ao seu sistema e saúde e cuidado ao seu paciente.

E você? Tem alguma dúvida ou dica sobre a central de oxigênio medicinal? Deixe seu comentário abaixo e compartilhe conosco!

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